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JOAQUIM :: Profile (6054 views)
Status: Alentejo planície dourada Com teus campos floridos Outra beleza não há igual És pintura da natureza Que representa nosso Portugal. - Comment »
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Sex /  Age

Male /  59

Birthday

July 19

Location

MONTARGIL, Portugal

Languages

Portuguese

About Me

A você que me presenteou com a gratuidade de sua amizade, com gestos concretos, palavras, silêncio, escuta e perdão. A você que encontrou tempo-qualidade para estar comigo, enchendo minha vida de mais fé, vida e esperança. A você que comigo sonhou, planejou, realizou, aprendeu e ensinou tantas coisas lindas nos caminhos da vida... Que Deus abençoe e abrace você com infinita ternura. No Coração de Deus quero me encontrar com você!
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GRAMADO RIO GRANDE DO SUL** O Velho e o Neto!!! Era uma vez um velho muito velho, quase cego e surdo, com os joelhos tremendo. Quando se sentava á mesa para comer, mal conseguia segurar a colher. Derramava sopa na toalha e, quando, afinal, acertava a boca, deixava sempre cair um bocado pelos cantos. O filho e a nora dele achavam que era uma porcaria e ficavam com nojo. Finalmente, acabaram fazendo o velho se sentar num canto atrás do fogão. Levavam comida para ele numa tigela de barro e - o que era pior - nem lhe davam bastante. O velho olhava para a mesa com os olhos compridos, muitas vezes cheios de lágrimas. Um dia, suas mãos tremeram tanto que ele deixou a tigela cair no chão e ela se quebrou. A mulher ralhou com ele, que não disse nada, só suspirou. Depois ela comprou uma gamela de madeira bem baratinha e era a que ele tinha que comer. Um dia, quando estavam todos sentados na cozinha, o neto do velho, que era um menino de oito anos, estava brincando com uns pedaços de pau. - O que você está fazendo? - perguntou o pai. O menino respondeu: - Estou fazendo um cocho, para papai e mamãe poderem comer quando eu crescer. O marido e a mulher se olharam durante algum tempo e cairam no choro. Depois disso, trouxeram o avÔ de volta para a mesa. Desde então passaram a comer todos juntos e, mesmo quando o velho derramava alguma coisa, ninguem dizia nada.
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surge a fundaão da vila de Montargil. Foi El-Rei D. Dinis no ano de necessidade de as repovoar e defender, a fundaão desta vila não se enquadra nestes moldes uma vez que a reconquista havia terminado. Porem, o perigo de uma ofensiva muçulmana era vizvel, tendo em conta que os muçulmanos sempre foram completamente expulsos da Peninsula Ibérica no século XV, ocupando até 1492 o reino de Granada. Data que nos séculos XII - XIV, os reis portugueses, nobres e clero procurassem que grupos de pessoas para se fixassem nessas regiões. Os concelhos eram instituidos a__través de um documento - foral ou carta de foral. O foral era um documento passado, geralmente, pelo rei que privilegiava os habitantes de um determinado lugar, contendo um conjunto de regras que definiam as suas actividades e a capacidade de elegerem os seus governantes. Estabelecia a area concelhia. O foral estabelecia os direitos e deveres dos vizinhos (moradores), as rendas a pagar, os serviços a prestar ao rei e os limites do territ??rio que constituía o concelho. O pelourinho era um dos símbolos do poder do concelho. Situava-se geralmente num local cen__tral. O foral outorgado por D. Dinis no ano de 1277, foi de grande importancia para a regi??o alentejana, tendo por objectivos povoar, explorar as terras e defender o território. Para melhor desempenhar estas funções, o rei D. Dinis mandou cons__truir sobre as runas da fortaleza lusitana e mourisca, um castelo medi - o castelo de Montargil. O general João de Almeida em 1947 deu-nos as coordenadas do castelo: No cimo do outeiro, cota de 104 m, em que está edificada a antiga vila de Montargil, que se levanta a 0,5 Km a poente da margem direita da ribeira do sor. O que de facto existiu não foi um castelo, mas uma castela, isto é, uma pequena fortificação militar com objectivos puramente defensivos. Nos documentos das chancelarias de D. Dinis aparece referencias existencia desta fortificação a que o tabelião designa por castelo, contudo pelas funções que ele lhe a__tribui facilmente chegamos á conclusão que não se __tratava de um castelo, mas sim de uma castela ( de dimensões bem menores e com funções puramente defensivas). Sobre a origem do nome Montargil existem várias versões todas elas creditaveis: a) Montargis, pelo facto do Alentejo ter sido povoado pelos nossos primeiros reis, que para o efeito deram muitas terras aos cruzados que passavam pelo nosso país. Existindo em França uma cidade chamada Montargis, e sendo alguns desses Cruzados naturais desta região francesa é de presumir que um desses aventureiros fosse de Montargis e por ser senhor desta povoação ou simplesmente morador dela, impusesse o nome a esta vila. Esta versão é creditável, uma vez que nas proximidades desta vila, em Montalvo do sor estabeleceu-se uma colónia de francos. b) Monte Argila , visto a constituição geológica do terreno em que assenta ser de barro c) Monte Argel, significando Monte do Infeliz, porque Argel significava infeliz. (pouco prováel) Hipótese A O nome de Montargil conduz a fundação da vila não ao tempo de D. Dinis, mas ao tempo de D. Sancho I I. Este rei faz a doação de Montalvo do Sor aos francos, anterior á fundação enquanto localidade ( 1223 -1245). Esta doação surge na sequencia da preciosa ajuda que os cruzados de Montargis haviam dado na reconquista cristão. O objectivo da doação, a julgar pelas ou__tras feitas seria não só recompensar os cruzados como mante-los nas terras doadas defendendo esta terra de possíveis ataques mouros, que nesta época eram uma constante. En__trando no domínio da especulação, podemos mesmo admitir que a terra doada por D. Sancho II aos francos iria da zona de Montalvo do Sor ata região mais tarde denominada de Montargil. Sendo esta ultima a zona mais elevada, era sem dúvida o local indicado para erguer uma castela, local que j tinha sido utilizado por povos anteriores. Hip??tese B Algo que nos possa in__trigar o facto de desde o século XV o Montargil aparece sempre referido não como Montarguis, mas monte arguil, o que nos leva a aceitar a versão de monte argila. Montargil viu-lhe ser concedidos __três forais: o primeiro em 1277 por D. Dinis, o segundo em 1372 por D. Fernando e o terceiro, já por um rei da segunda dinastia, D. Manuel I em 1518. A julgar pelos poucos documentos já lidos, Montargil gozou de alguma prosperidade a nível populacional até ao século XIV. A vila parece ter sido bastante afectada pelos acontecimentos deste século : a peste negra e a crise dinguística de 1383 - 1385. O certo é que quase durante um século não são encon__tradas quaisquer referências á vila, a não ser em termos de passagem doa almocreves. Apenas iremos encon__trar essa referencia nas chancelarias de D. João II, contudo vamos encon__trá-la numa situação de completo abandono. D. João II em 1487 manda povoar esta região quase desértica, uma vez que os mercadores tinham medo de passar aqui afirmando que o monte arguil he um monte hermo e he um luguar muito afastado de povos om. O rei manda repovoar esta terra dando privilégios a quem mantiver as suas casas nesta região, isentando estes moradores de terem cavalos e armas para servirem o rei. O rei aponta no minimo __trinta homens. Interessante tambem sem perceber qual a importancia que Montargil assumia no dominio comercial do Portugal Medi. Das referencias que aparecem durante o século XIV a Montargil, as chancelarias de D. João I referem-na variadas vezes mas apenas como ponto de passagem de mercadorias. A sua situação de rota de passagem parece ter sido alterada no decorrer do século XV com o aumento do comércio, a ponto do rei mandar repovoar esta terra para segurança dos mercadores. Quais as razões que moveram el rei D. João II a tomar tal medida? Montargil foi sede de concelho, da terem-lhe sido outorgadas __três forais. Esta posição de sede manteve-se até 1836. Nesta data, Montargil sofreu mudan??as adminis__trativas. Deixou de pertencer ao Ribatejo, onde pertencia desde a sua fundação. Desmembrada da provincia ribatejana foi integrada no concelho de Avis, a partir desta data perdeu o estatuto de concelho e passou a freguesia, o qual mantam até hoje. Só mais tarde em 1871 passou a fazer parte do concelho de Ponte de Sor. Pedro Ceraco -------------------------------------------------------------------------------- [1] - Vide João de Almeida, Roteiro dos Monumentos Militares Portugueses, Vol. III, Lisboa, 1947, p. 175. href="http://hi5.enchulatupagina.com">
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CANHõES DE NAVARONE,ILHA DE PASCUA,CINCO SEMANAS EM BALÃO VOLTA AO MUNDO EM OITENTA DIAS, DA TERRA A LUA,OU SEJA TODOS DE JULIO VERNE...
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A R I Q U E Z A V E R D A D E I R A

Um dia um homem que acreditava na vida após a morte, e que valorizava o ser mais que o ter, hospedou-se na casa de um materialista convicto, em bela mansão de uma cidade européia.
Depois da ceia, o anfitrião convidou o hóspede para visitar sua galeria de artes e começou a enaltecer os bens materiais que possuía, de maneira soberba.


Falou que o homem vale pelo que possui, pelo patrimônio que consegue acumular durante sua vida na Terra.
Exibiu escrituras de propriedades as mais variadas, jóias, títulos, valores diversos.
Depois de ouvir e observar tudo calmamente, o hóspede falou da sua convicção de que os bens da Terra não nos pertencem de fato, e que mais cedo ou mais tarde teremos que deixá-los.

Argumentou que os verdadeiros valores são as conquistas intelectuais e morais e não as posses terrenas, sempre passageiras.
No entanto, o materialista falou com arrogância que era o verdadeiro dono de tudo aquilo e que não havia ninguém no mundo capaz de provar que todos aqueles bens não lhe pertenciam.

Diante de tanta teimosia, o hóspede propôs-lhe um acordo:
- Já que é assim, voltaremos a falar do assunto daqui a cinqüenta anos, está bem?
- Ora, disse o dono da casa, daqui a cinqüenta anos nós já estaremos mortos, pois ambos já temos mais de sessenta e cinco anos de idade!

O hóspede respondeu prontamente:
- É por isso mesmo que poderemos discutir o assunto com mais segurança, pois só então você entenderá que tudo isso passou pelas suas mãos mas, na verdade, nada disso lhe pertence de fato.
Chegará um dia em que você terá que deixar todas as posses materiais e partir, levando consigo somente suas verdadeiras conquistas, que são as virtudes do espírito imortal.
E só então você poderá avaliar se é verdadeiramente rico ou não.

O homem materialista ficou contemplando as obras de arte ostentadas nas paredes de sua galeria, e uma sombra de dúvida pairou sobre seu olhar, antes tão seguro.
E uma voz silenciosa, íntima, lhe perguntava:
- Que diferença fará, daqui a cem anos, se você morou em uma mansão ou num casebre?
- Se comprou roupas em lojas sofisticadas ou num bazar beneficente?
- Se bebeu em taças de cristal ou numa concha de barro?
- Se comeu em pratos finos ou numa simples marmita?
- Se pisou em tapetes caros ou sobre o chão batido?
- Se teve grande reserva financeira ou viveu com um salário mínimo?
- Que diferença isso fará daqui a cem anos?
Absolutamente nenhuma !

No entanto, o que você fizer do seu tempo na Terra, fará muita diferença em sua vida, não só daqui a cem anos, mas por toda a eternidade.
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O GIRASSOL

Assim como um girassol escolhe sempre estar voltado para o sol, escolha focalizar o lado melhor, mais bonito, mais luminoso e vibrante das coisas que lhe acontecem.

Nossa percepção é seletiva, nós "focalizamos" o que queremos ver e deixamos de perceber o restante.
Você já reparou como é fácil ficar de baixo astral?
Uma conta para pagar...
Não ganhar todo o dinheiro de que se precisa...
Não ter a aparência que se gostaria de ter...
Não ser valorizada no trabalho...
Não ter encontrado o sucesso, ou um grande amor ...

É por isso que freqüentemente não nos sentimos bem. Depositamos nossa atenção no que nos falta, no que nos magoa...E ocupamos nossa mente com pensamentos preocupantes sobre o futuro. Enfim, deixamos a nossa mente à deriva, torturada por pensamentos negativos que nos dominam.

Na verdade a maior parte do tempo, estamos lutando com a vida, não aceitando o que ela nos traz...E quando não aceitamos aquilo que é, e nos concentramos no que deveria ser, nos frustramos, sofremos cada vez mais, ao ponto de perdemos o sentido da existência...

É justamente quando estamos frustrados e insatisfeitos, que precisamos lembrar que possuímos uma antena interna - a atenção - capaz de captar o lado bom da vida. Exatamente como na natureza, faz o girassol.

O girassol se volta para onde o sol estiver, mesmo que este esteja escondido atrás de uma nuvem. Ele está sempre em busca da luz, da vitalidade, da força, da beleza.


Saber captar o lado luminoso da vida significa aprendermos a valorizar tudo de bom que já recebemos e também a sermos gratos por isso...

Apreciar e agradecer o carinho, o afeto, os gestos de atenção e delicadeza oferecidos pelos amigos, filhos, pais, namorados. Apreciar o sorriso luminoso de alguém que você gosta. Apreciar um gesto de gentileza, uma palavra de estímulo do seu colega de trabalho, do seu vizinho...
Apreciar todo contato humano que lhe trouxe conforto, novo animo...Apreciar todo apoio que a vida lhe deu, de tantas formas misteriosas, quando precisou... Apreciar e agradecer porque a Vida é Amor, e sempre o protegeu, realizou seus desejos mais profundos, tomou conta de seus interesses e suas verdadeiras necessidades...

Ser aprendiz de girassol,não é fácil!
Infelizmente a maioria de nós, não foi preparada pra buscar o lado luz da vida, e vive se debatendo na obscura zona dos condicionamentos subconscientes e dos pensamentos destrutivos!

Daqui pra frente, quando perceber que está desanimado, revoltado ou deprimido, que possa se lembrar de ser girassol.
Selecione o melhor do seu mundo, valorize tudo o que de bonito e bom que existe nele!
Acredite no Poder da Luz para neutralizar qualquer situação adversa e transformar sua Vida em uma verdadeira obra-prima!
Assim, começará a reter Força, Vitalidade e Alegria dentro de você.
E como o girassol, estará de bem com a grande festa colorida que é a Vida!
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AS COISAS NEM SEMPRE SÃO O QUE PARECEM!!!

Dois Anjos viajantes pararam para passar a noite na casa de uma família muito rica. A família era rude e não permitiu que os Anjos ficassem no quarto de hóspedes da mansão. Em vez disso, deram aos Anjos um espaço pequeno no frio sótão da casa. À medida que eles faziam a cama no duro piso, o Anjo mais velho viu um buraco na parede e o tapou. Quando o Anjo mais jovem perguntou: por que?, o Anjo mais velho respondeu:
"As coisas nem sempre são o que parecem".

Na noite seguinte, os dois anjos foram descansar na casa de um casal muito pobre, mas o senhor e sua esposa eram muito hospitaleiros. Depois de compartilhar a pouca comida que a família pobre tinha, o casal permitiu que os Anjos dormissem na sua cama onde eles poderiam ter uma boa noite de descanso. Quando amanheceu, ao dia seguinte, os anjos encontraram o casal banhado em lágrimas. A única vaca que eles tinham, cujo leite havia sido a única entrada de dinheiro, jazia morta no campo. O Anjo mais jovem estava furioso e perguntou ao mais velho: "como você permitiu que isto acontecesse? O primeiro homem tinha de tudo e, no entanto, você o ajudou"; o Anjo mais jovem o acusava. "A segunda família tinha pouco, mas estava disposta a compartilhar tudo, e você permitiu que a vaca morresse".

"As coisas nem sempre são o que parecem," respondeu o anjo mais velho. "Quando estávamos no sótão daquela imensa mansão, notei que havia ouro naquele buraco da parede. Como o proprietário estava obcecado com a avareza e não estava disposto a compartilhar sua boa sorte, fechei o buraco de maneira que ele nunca mais o encontraria."

"Depois, ontem à noite, quando dormíamos na casa da família pobre, o anjo da morte veio em busca da mulher do agricultor. E eu lhe dei a vaca em seu lugar.
As coisas nem sempre são como parecem."

Algumas vezes, isso é exatamente o que acontece quando as coisas não saem da maneira como esperamos. Se você tiver fé, somente necessita confiar que sejam quais forem as coisas que aconteçam, sempre serão uma vantagem para você. E talvez você venha a compreender isto só um pouco mais tarde…

Acredite e seja muito Feliz!!
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A Piscina e a Cruz




Um de meus amigos ia todo dia à noite
nadar numa piscina coberta.
Sempre via um homem que lhe chamava atenção.
Ele tinha o costume de correr até a água
e molhar somente o dedão do pé.
Depois subia no trampolim mais alto
e, com um esplêndido salto, mergulhava na água.
Um dia tomou coragem
e perguntou a razão daquele hábito.

O homem sorriu e respondeu:
"Sim, eu tenho um motivo para fazer isso.
Há alguns anos eu era professor de natação
de um grupo de homens. Meu trabalho era ensiná-los
a nadar e a saltar do trampolim. Certa noite
não conseguia dormir e fui à piscina
para nadar um pouco; pois, sendo o professor,
eu tinha uma chave para entrar no clube.
Não acendi a luz porque conhecia bem o lugar.
A luz da lua brilhava através do teto de vidro.
Quando estava sobre o trampolim,
vi minha sombra na parede em frente.
Eu estava com os braços abertos
e minha silhueta formava uma magnífica cruz.
Em vez de saltar, fiquei ali parado,
contemplando aquela imagem."

O professor de natação continuou:
"Nesse momento, pensei na cruz de Cristo
e em seu significado.
Eu era cristão,
mas quando criança aprendi um cântico
cujas palavras me vieram à mente
e me fizeram recordar que Jesus tinha morrido
para nos salvar por meio de seu precioso sangue.
Não sei quanto tempo fiquei parado
sobre o trampolim com os braços estendidos,
e nem compreendo por que não pulei na água.

Finalmente voltei, desci do trampolim
e fui até a escada para mergulhar na água.
Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso...
Na noite anterior haviam esvaziado a piscina
e eu não tinha percebido!!!

Tremi todo e senti um calafrio na espinha.
Se tivesse saltado, seria o meu último salto.
Naquela noite, a imagem da cruz na parede
salvou a minha vida.
Fiquei tão agradecido a Deus
- que Sua graça me permitiu continuar vivo -
que me ajoelhei na beira da piscina.

Tomei consciência de que não somente a minha vida,
mas também a minha alma precisava ser salva.
Para que isso acontecesse,
foi necessário outra cruz,
aquela na qual Jesus morreu para nos salvar.
Ele me salvou quando confessei
os meus pecados e me entreguei a ELE.

E continuou seu relato, emocionado:
"Naquela noite fui salvo duas vezes.
Agora tenho um corpo sadio, porém,
o mais importante é que sou eternamente salvo.
Talvez agora você compreenda porque
o dedão antes de saltar na água..."
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Voar Sempre...

Passamos uma vida presos,
qual pássaros em suas gaiolas!

Medo de amar, de olhar a vida de frente...
E, naquele pequeno espaço,
cantamos nossas dores e sonhos!

Muitas vezes, as portas de nossas gaiolas se abrem...
Mas permanecemos ali, acostumados,
encolhidos as nossas vontades e sonhos!

Não tenha dúvida amigo,
à primeira oportunidade,
deve alçar o vôo dos falcões,
calma, confiante, determinada!
Ame sem medo,
brinque um pouco com a vida !
Não tenha medo dos rochedos e
sobre eles,estenda a sua asa
corajosa de falcões!
Solte-se ao vento,
e deixe-na,levá-la ao sonho!

Como o Condor,
tente enxergar as pequeninas
coisas a sua volta e saber apreciá-las,
dando um sentido novo a sua vida !
Não seja passarinho de gaiola,
mas, Falcões e Condores do céu !
A cada dia existe uma renovação constante,
e nunca um será como o outro...
Não há dores eternas,
lágrimas eternas, perdas eternas!
Há sorrisos,
esperando-lhe,
dias de sol, o abraço dos amigos,dos filhos e tantos sonhos lindos !

Um amor lhe espera,para com você, voar...voar ...
Porque a vida é um recomeçar diário de um vôo!

E, gaiolas não foram feitas para pássaros...
Tão pouco para Falcões !

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O Tesouro da Vida

Quanto vale a sua vida? Você já parou para pensar o que aconteceria se, de repente, você descobrisse que é portador de uma enfermidade que o pode conduzir para a morte, em breve tempo?

Foi uma situação dessas que aconteceu com um executivo que durante 29 anos somente viveu para o trabalho. As suas jornadas eram de 15 a 16 horas diárias. Férias de 30 dias, jamais!

Então, veio um dia e uma noite de febre. Ele foi ao médico que diagnosticou nada além de sintomas de gripe, mas a febre persistia. Exames mais acurados apontaram a possibilidade de ele ser portador de uma grave doença no pulmão.

O executivo descreve sua surpresa e suas decisões assim: "é impressionante como a vida da gente pode mudar de sentido com uma simples radiografia. O profissional seguro, acostumado a liderar grandes equipes, estava agora à mercê dos médicos, dos exames clínicos e, de Deus."

Uma forte crise renal aconteceu em seguida e ele viu sua vida toda passar pela mente em minutos.

Medo de deixar de viver era o que sentia. Queria continuar vivo para ver seu primeiro filho se formar em medicina. E ele estava apenas no segundo ano. Queria ver o segundo filho entrar na universidade. Ele nem vestibular havia feito ainda.

Vinte dias depois, finalmente veio o diagnóstico. O problema do pulmão não era maligno e ele poderia se tratar no ambulatório. No período em que aguardava o resultado da biópsia a que se submetera, ele aprendeu muito sobre muitas pessoas e o carinho que elas tinham por ele.

Uma funcionária veio lhe dizer que sua mãe estava orando por ele. Seu gerente lhe falou que sua mãe também estava orando muito pelo seu restabelecimento. E ele nem a conhecia. Mas ela estava orando porque ele fora bom para seu filho, um dia.

O executivo descobriu finalmente que a mulher com a qual estava casado há vinte anos era muito mais forte do que ele supunha. Enquanto ele se abalou, ela se manteve de ânimo firme, incentivando-o a crer e esperar o melhor. E ela mesma deu a notícia da enfermidade do pai para os garotos.

Depois de tudo o que passou, o executivo mudou a sua forma de viver. Acredita que Deus lhe deu um grande presente, ensinando-lhe a verdadeira importância de viver o dia-a-dia, de curtir a família e os amigos, de cuidar da saúde e, de trabalhar com prazer.

Hoje, na condição de professor, ele se envolve com os alunos muito além da sala de aula. Aprendeu a gostar da chuva e de brincar com seu cachorro.

Passou a dar valor, de fato, à família e aos amigos.

Passou a dividir as tarefas com seus colaboradores, em vez de ser centralizador.

E concluiu, em seu depoimento: "quero viver cada minuto como se fosse o último, já que dessa experiência ficou a impressão de que, na hora do adeus, só restarão os arrependimentos pelo que deixamos de fazer.

Espero que essa mudança seja perene. Deus me permita aproveitar todo minuto como único, o trabalho como diversão, os amigos com paixão, minha mulher e meus filhos como verdadeiro elixir da longevidade."

..........................

E então? Quanto vale a sua vida?

Não espere adoecer para descobrir que a saúde é precioso talento, que a família é um tesouro, e os amigos, jóias raras.

Pense nisso. Comece desde agora a viver com intensidade, desfrutando de todas as oportunidades.

Não trabalhe somente para produzir, ganhar e crescer. Lembre-se que o crescimento vem do prazer de realizar.

E, num dia de 24 horas, não esqueça de reservar ao menos 40 minutos para exercícios de abraços, beijos e outras delicadas demonstrações de carinho.
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Trabalhar com Alegria


Havia uma fazenda onde os trabalhadores viviam tristes e isolados uns dos outros.

Eles estendiam suas roupas surradas no varal e alimentavam seus magros cães com o pouco que sobrava das refeições.

Todos que viviam ali trabalhavam na roça do senhor João, dono de muitas terras, que exigia trabalho duro, pagando muito pouco por isso.

Um dia, chegou ali um novo empregado, cujo apelido era Zé alegria. Era um jovem agricultor em busca de trabalho.

Foi admitido e recebeu, como todos, uma velha casa onde iria morar enquanto trabalhasse ali.

O jovem, vendo aquela casa suja e abandonada, resolveu dar-lhe vida nova.

Cuidou da limpeza e, em suas horas vagas, lixou e pintou as paredes com cores alegres e brilhantes, além de plantar flores no jardim e nos vasos.

Aquela casa limpa e arrumada destacava-se das demais e chamava a atenção de todos que por ali passavam.

Ele sempre trabalhava alegre e feliz na fazenda, por isso tinha o apelido de Zé alegria.

Os outros trabalhadores lhe perguntavam: como você consegue trabalhar feliz e sempre cantando com o pouco dinheiro que ganhamos?

O jovem olhou para os amigos e disse: bem, este trabalho hoje é tudo que eu tenho.

Ao invés de blasfemar e reclamar, prefiro agradecer por ele. Quando aceitei trabalhar aqui, sabia das condições.

Não é justo que agora que estou aqui, fique reclamando. Farei com capricho e amor aquilo que aceitei fazer.

Os outros, que acreditavam ser vítimas das circunstâncias, abandonados pelo destino, o olhavam admirados e comentavam entre si: "como ele pode pensar assim?"

O entusiasmo do rapaz, em pouco tempo, chamou a atenção do fazendeiro, que passou a observá-lo à distância.

Um dia o sr. João pensou: "alguém que cuida com tanto carinho da casa que emprestei, cuidará com o mesmo capricho da minha fazenda."

"Ele é o único aqui que pensa como eu. Estou velho e preciso de alguém que me ajude na administração da fazenda."

Num final de tarde, foi até a casa do rapaz e, após tomar um café bem fresquinho, ofereceu ao jovem o cargo de administrador da fazenda.

O rapaz aceitou prontamente.

Seus amigos agricultores novamente foram lhe perguntar:

"O que faz algumas pessoas serem bem sucedidas e outras não?"

A resposta do jovem veio logo: "em minhas andanças, meus amigos, eu aprendi muito e o principal é que: não somos vítimas do destino. Existe em nós a capacidade de realizar e dar vida nova a tudo que nos cerca. E isso depende de cada um."

Toda pessoa é capaz de efetuar mudanças significativas no mundo que a cerca.

Mas, o que geralmente ocorre é que, ao invés de agir, jogamos a responsabilidade da nossa desdita sobre os ombros alheios.

Sempre encontramos alguém a quem culpar pela nossa infelicidade, esquecidos de que ela só depende de nós mesmos.

Para encobrir sua indolência, muitos jogam a culpa no governo, nos empresários, nos políticos, na sociedade como um todo, esquecidos de que quem elege os governantes são as pessoas; que quem gera empregos são os empresários, e que a sociedade é composta pelos cidadãos.

Assim sendo, cada um tem a sua parcela de responsabilidade na formação da situação que nos rodeia.

E para ser feliz, basta dar ao seu mundo um colorido especial, como o personagem desta história que, mesmo numa situação aparentemente deprimente para os demais, soube fazer do seu mundo uma realidade bem diferente.

E conforme ele mesmo falou: existe em nós a capacidade de realizar e dar vida nova a tudo que nos cerca.
 

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E Depois? : Aug 13, 2008

O ser humano é o único dotado de razão, por isso é chamado de racional.
 
Ser racional é raciocinar com sabedoria, é saber discernir, é pensar, utilizando o bom senso e a lógica antes de qualquer atitude.
 
Todavia, boa parte de nós não agimos com a sabedoria necessária para evitar problemas e dissabores perfeitamente evitáveis.
 
Costumeiramente, agimos antes e pensamos depois, tardiamente, quando percebemos que os resultados da nossa ação nos infelicita.
 
Paulo, o Apóstolo, que tinha a lucidez da razão, adverte com sabedoria: "tudo me é lícito, mas nem tudo me convém".
 
Quis dizer com isso que tudo nos é permitido, mas que a razão nos deve orientar de que nem tudo nos convém.
 
Do ponto de vista físico, quando comemos ou bebemos algo que nos faz mal, não pensamos no depois, mas o depois é fatal.
 
Se nosso organismo é frágil a certos tipos de alimento, devemos pensar nas conseqüências antes de ingeri-los, mesmo que a nossa vontade diga o contrário.
 
Perguntemo-nos: e depois? Como será depois?
 
Lembremos da gaseificação, do mal estar e de outros distúrbios que advirão.
 
Se temos vontade de fazer uso de drogas, sejam elas socialmente aceitas ou não, pensemos antes no depois. Será que suportarei corajosamente as enfermidades decorrentes desses vícios? Ou será um preço muito alto por alguns momentos de satisfação?
 
Quando sentimos vontade de usar o cartão de crédito, pela facilidade que ele oferece, costumamos pensar no depois? Pensar em como vamos pagar a conta?
 
Quando recebemos o convite das propagandas para o consumo desenfreado, ponderamos racionalmente sobre a necessidade da aquisição, ou compramos antes para constatar, logo mais, que não necessitamos daquele objeto?
 
No campo da moral não é diferente.
 
Quando surgir a vontade de gozar alguns momentos de prazer, pensemos: e depois?
 
Quais serão as conseqüências desse ato que desejo realizar? Será que as suportarei corajosamente, sem reclamar de Deus nem jogar a responsabilidade sobre os outros?
 
Certo dia, conversando com um fiscal aposentado, ouvimo-lo falar a respeito do vazio que sentia na intimidade e da consciência marcada pelos atos inconseqüentes que praticara durante a vida.
 
Buscou, na atividade profissional, tirar proveito de todas as situações. Arranjava tudo com algum "jeitinho" e com muita propina, mas nunca havia pensado no depois.
 
...E o depois chegou. A velhice o alcançou como alcança as pessoas honestas, mas a sua consciência trazia um peso descomunal, e uma sensação desconfortável lhe invadia a alma.
 
Não conseguia olhar nos olhos dos filhos e netos, sem pensar no quanto havia sido inescrupuloso. Sem pensar no tipo de sociedade que havia construído para legar aos seus afetos.
 
Dessa forma, antes de tomar qualquer atitude, questionemos a nós mesmos: e depois?
 
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Melhor que resistamos por um momento e tenhamos paz interior, do que gozar um minuto e ter o resto da vida para se arrepender.
 

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